Estilhaços. No chão. No corpo. Na memória. De quem fui e de quem sou.
Rasgos do que serei.
Disforme na poça de chuva. Contrária no espelho. Autêntica no dia-a-dia. Aqui e agora. Eu… com tudo o que o meu self acarreta.
Buh!
Há 1 ano
As palavras não deveriam ter limites. Sobretudo os impostos pelas páginas dos jornais e revistas. Porque fica muito por contar.Porque queremos mais do que a realidade a preto e branco.
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