terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

“Sei que não vou por aí!”


Caminhos percorridos, trilhos enganados, voltas em vão. “Não sei para onde vou/ Não sei por onde vou/ Sei que não vou por aí!”, faço das palavras do José Régio as minhas próprias palavras, apodero-me da sua raiva… também não quero ouvir “vem por aqui”!

Estaco. Pululam dúvidas, inquietações, questões… Não sei o que quero, mas sei o que não quero. O primeiro passo está dado! Venha a estrada!

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