As palavras não deveriam ter limites. Sobretudo os impostos pelas páginas dos jornais e revistas. Porque fica muito por contar.Porque queremos mais do que a realidade a preto e branco.
Caminhos percorridos, trilhos enganados, voltas em vão. “Não sei para onde vou/ Não sei por onde vou/ Sei que não vou por aí!”, faço das palavras do José Régio as minhas próprias palavras, apodero-me da sua raiva… também não quero ouvir “vem por aqui”! Estaco. Pululam dúvidas, inquietações, questões… Não sei o que quero, mas sei o que não quero. O primeiro passo está dado! Venha a estrada!
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